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Fumigação em Grãos e Subprodutos

Fumigação em Grãos e Subprodutos

TÉCNICAS DO CONTROLE DE PRAGAS DE GRÃOS E SEMENTES

Constituindo-se de uma operação em que envolvem riscos, esta deve conter todo sentimento de profissionalismo, onde a capacitação e a consciência da atitude, são fatores determinantes para que a fumigação transcorra com eficiência e sem acidentes. Cuidados adicionais devem ser adotados para evitar riscos de “afogamento/engolfamento”. Portanto, sempre checar se a massa de grãos foi movimentada recentemente, se não está ocorrendo movimento da massa de grãos, ao lado de outras medidas de segurança.

CUIDADOS INICIAIS

Formação da Equipe

A equipe de fumigação, coordenada por um colaborador experiente, deverá ser reunida para receber as orientações necessárias para a execução do serviço, além das responsabilidades individuais de cada um. “A leitura atenta do Manual do Fabricante é obrigatória para toda a equipe”. Os colaboradores não poderão ter histórico de doenças hepáticas ou estarem sob efeitos de medicamentos, serem capacitados e estarem bem nutridos.

TÉCNICAS DO CONTROLE DE PRAGAS DE GRÃOS E SEMENTES

Constituindo-se de uma operação em que envolvem riscos, esta deve conter todo sentimento de profissionalismo, onde a capacitação e a consciência da atitude, são fatores determinantes para que a fumigação transcorra com eficiência e sem acidentes. Cuidados adicionais devem ser adotados para evitar riscos de “afogamento/engolfamento”. Portanto, sempre checar se a massa de grãos foi movimentada recentemente, se não está ocorrendo movimento da massa de grãos, ao lado de outras medidas de segurança.

CUIDADOS GERAIS PARA A OPERAÇÃO DE FUMIGAÇÃO

  • Com antecedência de 24 horas toda a indústria ou unidade armazenadora deve ser notificada da data e local da operação de fumigação, bem como o período em que a mesma irá ocorrer.

  • Promover a sinalização da área e local com uso de “bandeiras” de sinalização.

  • Certificar-se da ausência de pessoas não autorizadas no local de fumigação e, se necessário, evacuar o local.

  • Preparar a equipe e checar responsabilidades e EPI’s.

  • Não fumar, beber ou comer durante a operação de fumigação.

  • Ler atentamente o Manual do Fabricante, observando criteriosamente suas recomendações.

  • Cuidados na abertura das embalagens de Fosfeto de Alumínio. Em se tratando de um inseticida que libera gás, o armazenamento inadequado, sob alto calor, poderá acarretar a pressurização da
    embalagem diante do aumento da pressão interna. Desta forma, recomendamos inicialmente proceder a sua despressurização no lado externo dos locais de fumigação, mediante a abertura parcial das garrafas de Fosfeto de Alumínio e posterior fechamento e, no caso das latas de saches, proceder a um pequeno furo, com o mesmo objetivo.

  • Seguir criteriosamente as recomendações de vedação necessárias para a eficiência e segurança da operação de fumigação.
    A dosagem deve ser rigorosamente observada, segundo as instruções do fabricante.

  • Atenção: “As dosagens nunca devem ser alteradas, seja para compensar eventuais vazamentos (Neste caso, recomendamos a solução do problema ou não se realizar a operação de fumigação), seja para compensar altas infestações de insetos”.

  • No caso de uso de lonas para fumigação, estas nunca devem ser de materiais reciclados (Lonas pretas) ou impróprias, apenas será permitido a utilização de lonas de PVC ou Polietileno, ambas específicas para a fumigação.

  • Durante a operação de fumigação não se recomenda o uso de pendentes de luz, apenas se os mesmos estiverem em reais condições adequadas e com protetores para lâmpadas.

  • Nenhum sistema de ventilação ou exaustão poderá estar ligado durante a operação de fumigação. Esta medida apenas deve ser adotada ao final da operação, com vistas à aeração do ambiente e, se necessário, do produto.

 

CUIDADOS NA OPERAÇÃO DE FUMIGAÇÃO

Seguir criteriosamente as recomendações de vedação necessárias para a eficiência e segurança da  operação de fumigação.

CONTROLE INTEGRAGO DE PRAGAS - MÉTODO FUMIGAÇÃO

  •  A dosagem deve ser rigorosamente observada, segundo as instruções do fabricante. Atenção: “As dosagens nunca devem ser alteradas, seja para compensar eventuais vazamentos (Neste caso, recomendamos a solução do problema ou não se realizar a operação de fumigação), seja para compensar altas infestações de insetos”. 

  • No caso de uso de lonas para expurgo, estas nunca devem ser de materiais reciclados (Lonas pretas), apenas será permitido a utilização de lonas de PVC ou Polietileno, ambas específicas e recomendadas para a fumigação. 

  • Durante a operação de fumigação não se recomenda o uso de pendentes de luz, apenas se os mesmos estiverem em reais condições adequadas e com protetores para lâmpadas.

  • Nenhum sistema de ventilação ou exaustão poderá estar ligado durante a operação de fumigação. Esta medida apenas deve ser adotada ao final da operação, com vistas à aeração do ambiente e, se necessário, do produto.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

O Fosfeto de Alumínio é um inseticida fumigante largamente utilizado, que libera o gás Fosfina, altamente tóxico, inodoro e incolor, com alta capacidade de expansão.

 

 

A reação acima é catalisada pela umidade presente no ar atmosférico. Portanto, quanto maior o teor de umidade presente no ambiente de fumigação, maior a velocidade de liberação da Fosfina. Por outro lado, em se tratando de um gás, quanto maior a temperatura do material ou ambiente a ser fumigado, maior a velocidade de difusão da Fosfina.


Em condições de temperaturas entre 25oC a 28oC e umidade relativa do ar entre 60% e 65%, a liberação da Fosfina se inicia por volta de duas horas após a abertura da sua embalagem, quando em contato com o ar. Por ser inodoro, o odor que se sente inicialmente é o de amônia, adicionada para, entre outras funções, servir como gás de alerta. Desta forma, os cuidados de segurança são exigidos desde o início da
operação.

O Manual Técnico do Fabricante fornece todas as orientações a serem observadas em casos de emergência, bem como os níveis (em ppm) de criticidade das concentrações de Fosfina. 

Após a reação do Fosfeto de Alumínio, é formado um pó residual composto basicamente por Hidróxido de Alumínio, que deverá ser desativado e descartado segundo as recomendações do fabricante, detalhado em recomendações na “aba” Informações Técnicas.

FUMIGAÇÃO – PROCEDIMENTOS TÉCNICOS

Consiste na aplicação de inseticidas na forma sólida (Fosfina), que em contato com o ar transforma-se em gás, promovendo a eliminação dos insetos, em todos os seus estágios de desenvolvimento, agindo no seu sistema respiratório.

A operação de fumigação, apesar de simples, deve ser sempre entendida como uma ação técnica onde parâmetros de temperatura do ar e do ambiente, umidade relativa do ar, nível e tipo de infestação, cálculo da dosagem, material para vedação e possibilidade efetiva de vedação, devem ser considerados para o seu sucesso e segurança.

Procurando atender as expectativas de eficiência e segurança total nas operações de fumigações, três condições básicas são necessárias:

 

DOSAGEM

Ressaltamos que estes três fatores não agem isoladamente, interagem entre si.A Fosfina (PH3) é um gás de extrema capacidade de difusão, sobretudo em nossas condições climáticas, expandindo-se por todo o ambiente fumigado. Desta forma o cálculo da dosagem deve sempre ser considerado em relação ao volume de produto ou do espaço a ser fumigado, independentemente de estar completo ou não.

Obedecidos rigorosamente os fatores de vedação e tempo de exposição, a dosagem recomendada será sempre de 3,0 gramas do produto comercial (2,0 g de ingrediente ativo – PH3), por metro cúbico de produto ou espaço fumigado.

VEDAÇÃO

Em se tratando de uma operação de controle de insetos através do uso de gás, a fumigação tem como um de seus fatores limitantes a vedação, que deverá ser rigorosamente observada e atendidos os seus cuidados máximos, de modo a não permitir qualquer fuga de Fosfina, trazendo consequências de sub-dosagem, resistências de insetos, riscos de acidentes e, naturalmente, insucesso da operação.

Nas operações de fumigação todos os cuidados devem ser considerados, desde a avaliação de possíveis riscos de fuga de Fosfina causados por trincas, fissuras, rachaduras em pisos e paredes, calafetação das chapas dos silos metálicos, lonas plásticas inadequadas e rasgadas, cobras de areia mal posicionadas, ralos sob pilhas de sacos, bem como outras medidas observadas no momento da operação.

Passadas três a quatro horas do início da fumigação, tendo em vista verificar possíveis falhas de vedação, recomendamos uma checagem através do uso de equipamentos de medição de gás Fosfina, permitindo identificar e promover a correção do vazamento.

Para a fumigação de ambientes ou espaços vazios, considerando que nem todas as estruturas foram construídas adequadamente, devem-se observar maiores cuidados na vedação, de maneira a criar uma “câmara de fumigação”, obtendo a situação de “tudo fechado por fora, tudo aberto por dentro”.

 

TEMPO DE EXPOSIÇÃO

Embora a Fosfina apresente excelente capacidade de expansão, ela necessita de tempo para penetrar por todo local a ser fumigado, além de sua exposição direta aos diversos estágios de desenvolvimento dos insetos, permitindo a efetiva eliminação dos insetos em todos os seus estágios de desenvolvimento.

 

Salientamos que excepcional (e não recomendado) aumento da dosagem não significa que possamos reduzir o tempo de exposição. Maiores tempos de exposição garantirão melhores respostas da fumigação, sobretudo em níveis mais elevados de infestações e em algumas espécies de insetos.

Dentro deste entendimento, podemos afirmar que o tempo de exposição poderá compensar eventuais adversidades nos teores de umidade e temperatura, na ação efetiva sobre todas as formas de  desenvolvimento dos insetos e na ação sobre grandes volumes de produtos a serem fumigados.

Finalizada a fumigação e terminado o tempo de exposição, recomendamos que o produto ou espaço fumigado seja aerado por algumas horas (aproximadamente 4 horas, ou que a medição da concentração indique no máximo 0,23 ppm de fosfina) antes do acesso às estruturas. Para a efetiva utilização ou consumo do produto deve-se observar o período de carência de 4 dias.

Embora após a fumigação com Fosfeto de Alumínio, não sejam encontrados resíduos perniciosos de fosfina que possam afetar a qualidade dos grãos, farinhas, etc., a legislação em vigor estabelece respectivamente os limites de 0,01 mg/kg para alimentos processados e de 0,1 mg/kg para grãos (FAO).

 

DESCARTE – EMBALAGENS, SACHE E PÓ RESIDUAL

Recomendamos a leitura dos Processos de Desativação e Descarte do Hidróxido de Alumínio, localizados
na “aba” Informações Técnicas, que apresenta todas as recomendações do fabricante do inseticida
fumigante.